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Terça-feira, 16 de Março de 2010
Storytailors - OUTONO/INVERNO 2010/2011

“Gentlewomen”


É um sussurro de revolta

É a vontade de ser feliz e de fazer feliz;
É a libertação;
É o respeito e a admiração pelo corpo e pela singularidade das formas femininas;
É a consciência de que a elegância não é uma ditadura, nem é absoluta, está ao alcance de todos pois é sinónimo de bem-estar; basta ter autoconhecimento e saber usar as “ferramentas” certas.

E o vestuário no meio de tudo isto?

O vestuário pode ser “as ferramentas certas”, o agente libertador.
Cada mulher deve sentir-se confortável com a sua silhueta, respeitá-la, interpretá-la e poder reinventá-la.
A alfaiataria é a paixão pela construção do vestuário. Não é masculina, abraça ambos sexos.
Para ser livre, a mulher não tem hoje que se vestir como “um homem”, nem mimetizar qualquer estereótipo. Pode criar a sua própria linguagem visual e ser intemporalmente elegante.

A roupa não deve usar a mulher, a mulher deve usar a roupa.
A ditadura e o medo só existem se os deixarmos entrar nas nossas cabeças
Viva a liberdade de expressão,
Viva a revolução...

As principais revoluções
não têm que ser violentamente gritadas,
basta-lhes ser ... carinhosamente... sussurradas

 

INSPIRAÇÃO

  • O centenário da instauração da República em Portugal, com nuances militares num imaginário de fervor nacionalista, de disputa quase tribal entre regimes e ideais diferentes. 
  •  A alfaiataria enquanto arte da construção de vestuário; grandes mestres como Charles Frederic Worth, Cristobal Balenciaga ou Christian Dior; a importância de criadoras como Madeleine Vionnet e Coco Chanel na inovação estética e libertação do corpo, contribuindo para que a adopção de uma silhueta se viesse a tornar de escolha livre.
  • Os movimentos de libertação e imposição social da mulher.
  • Uma evolução da colecção anterior: Flores de Estufa/Flores de Combate e as mulheres que a inspiraram – sete Portuguesas que desempenharam um papel importante para a evolução e modernização de Portugal e da Europa entre os séculos XIV a XIX, tendo fomentado por exemplo o intercâmbio cultural entre o Oriente e o Ocidente.  

PEÇAS
Casacos: sobretudos, invernosas, robe-manteaux, blazers, boleros.
Vestidos: para dia e noite.
Tops: camisas, espartilhos, outros.
Saias de várias silhuetas.
Calças de várias silhuetas.

 

CORES
Derivações da própria bandeira nacional:
- Do vermelho - vermelhos, rosas, bordeaux;
- Do amarelo - caramelos, cremes e chás;
- Verde em vários tons;
- Azul-escuro;
- Preto e branco.
 
TECIDOS

  • Lãs:

- Fazendas em casacos, com mistura de mohair;
- Feltro em casacos;
- “Lãs frias”: sarjas de vários pesos em saias, calças e vestidos;
- Crepe em saias, calças e vestidos.

 

  • Algodões:

- Os piqués de algodão com elastano em casacos, calças e saias;
- As popelines em camisas;
- A renda de “frioleiras” em fio de algodão.  

 

  • Sedas:

- Cetim duchesse;
- Faille;
- Moiré;
- Gorgorão;
- Organza;
- Tule;
- Marrocain.

 

  • Os novos tecidos:

- A popeline de algodão com acabamento encerado em camisas e pormenores. Um tecido clássico cujo acabamento torna inesperado.

 

DETALHES 

  •  O corte e metodologia de construção das peças, desenvolvidos internamente pela Storytailors, fundem os princípios de construção e modelagem ocidentais e orientais: cortes e estruturas tridimensionais desde a sua origem vs formas inteiras bidimensionais manipuladas, cuja terceira dimensão lhes é conferida pelo corpo.
  • Detalhes de inspiração militar a várias escalas.
  • Detalhes artesanais: a renda de “frioleiras” (delicada renda portuguesa a que gostamos de chamar “renda da mulher do pescador” porque é feita com uma pequena “naveta”, semelhante à usada para as redes de pesca) que tem vindo a cair no esquecimento; há 100 anos, ainda era feita de Norte a Sul do país, em detalhes do vestuário, toalhas ou naperons.
  • Os casacos trabalhados aliando aspectos da alfaiataria tradicional com novos processos, no âmbito de promover uma nova alfaiataria.
  • O espartilho “Gentlewoman”. Com uma silhueta bem estilizada e uma cintura marcada, este espartilho é o resultado do permanente trabalho da Storytailors numa nova corseterie. A adicionar aos outros modelos de espartilhos que são já básicos Storytailors.
  • As camisas com cortes desenvolvidos especificamente para o corpo feminino e apontamentos reinterpretados da camisaria masculina tradicional.
  •  Os pins artesanais.

 

BIJUTERIAS
Marta Fontes

 

CABELOS
Helena Vaz Pereira para Griffe Hair Style

 

MÚSICA
Mistura por Tiago Amaro BLASFEMEA

 

SAPATOS
UMU por Pedro Alves para Storytailors

 

  

CONTACTOS
STORYTAILORS STORE
Calçada do Ferragial 8 – Chiado
t. 96 523 3179 | t. 21 343 2306
e. store@storytailors.pt  | w. www.storytailors.pt
 

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Quinta-feira, 19 de Março de 2009
STORYTAILORS NARKË - Outono/Inverno 2009

Ícarus - In the wings of time

 

Nesta altura de reflexão sobre a razão e evolução da moda – indústria e criação – a Storytailors aposta com convicção renovada no desenvolvimento de peças de vestuário de qualidade, que combinem tradição e inovação, sempre com optimismo e alimentando a promessa de sonho.

 

Inspiração

Criamos peças para desafiarem o tempo e as estações, para ajudar quem as use a tirar o devido partido do acto de vestir, de forma divertida e interventiva. Valorizamos o design, inspiramo-nos na ideia de um bom guarda-roupa para uma mulher contemporânea, exploramos e repensamos as várias tipologias de peças e as novas mais-valias que podem trazer. Com métodos próprios de construção do vestuário, baseados na análise das formas anatómicas do corpo feminino, damos forma à nossa inspiração, definindo-a como real e não só lírica. O nosso lirismo em “Ícarus – in the wings of time” viveu o sonho de Ícarus e a sua determinação; pegou nas suas asas e fê-las brotar de camisas, saias, capas e vestidos. Vimos espelhada na sua a nossa vontade de lutar por um objectivo, com paixão e persistência, contra ventos e marés, vencendo contrariedades, por um momento de felicidade absoluta, ainda que efémera... como um desfile de moda. Assim criámos Clei, uma personagem actual cuja história podia ser a de qualquer um de nós.

 

Peças

1- Casacos: capas, sobretudos, “robe-manteaux”, blazers, boleros, blusões, entre outros.

2- Vestidos: de dia e de noite.

3- Tops: camisas, espartilhos, coletes, entre outros.

4- Saias de várias silhuetas.

5- Calças de várias silhuetas.

6- Malhas: tops, vestidos e casacos.

 

Cores

Se a paleta para Primavera/Verão era um amanhecer de Primavera, da meia-noite ao meio-dia, as cores desta colecção pintam um entardecer de Outono, do meio-dia à meia-noite. Cores quentes e intensas. A romã, os frutos secos, as uvas, os frutos do bosque em azul petróleo e aqua, tons torrados de amarelo e vários vermelhos, do rosado ao mais escuro, passando pelo carmim, depois castanho, cor-de-vinho, púrpura, azul profundo e preto, conjugados com branco.

 

Tecidos

1 - Lãs

- As tradicionais fazendas de lã lisas e com padrões nos casacos, vestidos e calças, em que os motivos clássicos de “pied-de-poule” e “príncipe de Gales” são ocasionalmente desconstruídos por um estampado com motivo criado a partir das referências temáticas da colecção.

- O tricot industrial pontuado por chiffon de seda.

2 – Algodões

- Os piquês de algodão em camisas e pormenores.

- Os jerseys em tops e casaquinhos, novos e também no modelo “Narkë”, o básico da Storytailors.

3- Novos tecidos

- O neoprene em versão ligeira, com cobertura de sarja acetinada, em casacos, vestidos, saias e calças. Um tecido com potencial plástico e um aspecto surpreendentemente requintado.

- A popelina de algodão com acabamento encerado em camisas e pormenores. Um tecido clássico com um acabamento que o torna inesperado.

- A sarja com acabamento de cerâmica em vestidos, calças e saias. Um tecido fluído, ideal para efeitos drapeados pelo seu comportamento próximo do crepe.

 

Detalhes

- O corte e metodologia de construção das peças, desenvolvidos internamente pela Storytailors, sugerem as linhas anatómicas do corpo; linhas sinuosas que passam onde o corpo tem formas côncavas ou convexas.

- O efeito “mil-folhas” de manipulações que brotam como asas, folhas ou penas, desfazendo-se em drapeados nas várias peças da colecção.

- Os casacos trabalhados aliando métodos da alfaiataria tradicional a novos processos, no âmbito de promover uma nova alfaiataria feminina.

- O espartilho “Miss Sylphe”. Com uma silhueta curvilínea e suave, este espartilho é o resultado do permanente trabalho da Storytailors numa nova corseterie. A adicionar ao espartilho “Story”, um modelo que é já um básico Storytailors.

- As camisas com cortes desenvolvidos especificamente para o corpo feminino e com apontamentos reinterpretados da camisaria masculina tradicional.

- Padrões desenvolvidos como um “scrapbook” da colecção e conciliados com alguns padrões têxteis clássicos, como o “pied-de-poule” e o “príncipe de Gales”.

- Os pins artesanais: flores feitas nos vários tecidos da colecção. - Colares por Marta Fondes.

 

CV

João Branco e Luís Sanchez formaram a dupla Storytailors em 1999, quando ainda frequentavam a Faculdade de Arquitectura de Lisboa, onde ambos concluíram a licenciatura em Design de Moda. Depois de amadurecerem conceitos e serem premiados individualmente pelas suas criações, os dois designers passaram a desenvolver conjuntamente colecções inspiradas nos contos de fadas tradicionais e na alta-costura dos anos 50. Com o apoio do Portugal Fashion, a dupla participou no Calendário Oficial de Alta-Costura de Paris. Nas edições nacionais do evento, os Storytailors têm apresentado as suas propostas “Atelier” e também aquelas que desenvolvem sob a chancela da marca Narkë.

 

Contactos

Loja / Atelier

Calçada do Ferragial 8, 10,

Chiado

1200 - 184 Lisboa

t. ( + 351) 21 3432306

 Escritório

t. (+ 351) 21 7782270

e. joao@storytailors.pt  |luis@storytailors.pt 

 w. www.storytailors.pt

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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007
Storytailors Narkë // Cupido e Cliché
Cupido e Cliché é a colecção que surge na sequência natural do mote lançado para colecção Storytailors Atelier prim/verão 2008. É uma das respostas da Storytailors a esse mote, sobre o amor e (des)compromissos, os seus pressupostos, clichés e ironias.
 
Em reacção à colecção Outono/Inverno07/08 Cheated Child mas também no seu seguimento, Cupido e Cliché é uma colecção repleta de romantismo retorcido e de uma ilusão de optimismo latente.
 
            . I – I’ll give you my heart!
            . II – I Do! Don´t you?
            . III – Semi-wedding
 
O amor reflecte-se no corte, em linhas sinuosas e ramificadas; nas cores o branco, baunilha e café-com-leite convivem com rosa pó-de-arroz, azul pastel e vermelho framboesa. Nas matérias-primas, a escolha recai uma vez mais na suavidade das fibras naturais: algodão principalmente.
 
Cupido e Cliché é uma colecção-doce, um bombom a consumir depressa, com urgência, avidamente, antes que se estrague! Beija-me!
publicado por Equipa SAPO às 14:10
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